"Aquilo que revelo e o mais que segue oculto em vítreos alçapões são notícias humanas, simples estar no mundo, e brincos de palavra, um não-estar-estando, mas de tal jeito urdidos o jogo e a confissão que nem distingo eu mesmo o vivido e o inventado." Sou assim: um coração que escreve, uma alma que canta e que também chora. "Escrever é ter a companhia do outro de nós que escreve." Bem-vindos ao meu mundo.
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